Será que realmente não há nada a fazer?

Entre todas as coisas difíceis de enfrentar no Spasmus Nutans, ouvir que “não há nada a fazer” em relação ao nistagmo e ao balanço da cabeça, certamente foi a coisa mais difícil de aceitar passivamente. Impossível mesmo, na verdade, por isso não aceitei (passivamente).

E parti em busca de informações. Diferente do balanço da cabeça, super perceptível, o nistagmo era, a princípio, imperceptível pra mim. Eu “aprendi” a ver os movimentos horizontais dos olhos da Luisa. Me ensinaram. Eu a deitava de lado (em decúbito lateral, no linguajar técnico), com o rostinho encostado na cama, e conversava com ela. Ao focar meu rosto, os olhos movimentavam rápida e incessantemente. Como já sabia o que buscar e quando (no momento de focar algo), aprendi a ver esses movimentos sempre que ela focava em algum objeto, mesmo que estivesse sentada ou em pé.

Ao pesquisar sobre o sistema visual, tomei conhecimento de que a mielinização do nervo ocular só se completa aos dois anos de idade, e que o ômega 3 é consensualmente reconhecido, em todo o mundo, como um importante fator de suporte ao sistema ocular, por fornecer matéria prima à composição da bainha de mielina. Como Luisa já suplementava ômega 3 desde os seis meses, inclusive pra reforçar a oferta lipídica necessária à mielinização, tenho convicção de que esse foi um fator determinante para a forma atenuada de manifestação do nistagmo.

Conversei então, com a Nutróloga, sobre a possibilidade de aumentar a oferta de ômega 3, em níveis seguros, em uma tentativa de melhorar ainda mais o quadro. Selecionei algumas pesquisas sobre a ação do ômega 3 no suporte à acuidade visual e dobramos a dosagem de ômega 3 ofertado, passando para duas cápsulas.

Apesar de estar me referindo a acontecimentos de apenas seis meses atrás, já é possível, hoje, afirmar que não vejo mais o nistagmo da Luisa a olho nu e aguardo ansiosamente a próxima revisão com o Oftalmologista (em três meses) pra descobrir se o nistagmo permanece de forma “imperceptível”, digamos assim. Mesmo que permaneça, mantenho a convicção de que sua manifestação atenuada e cada vez mais imperceptível se deve, em grande parte, à suplementação de ômega 3 com uma razão de 5:1 de DHA e EPA, e por isso manterei essa oferta, com essa proporção entre os ácidos graxos.

No vídeo abaixo, feito quando Luisa estava com 18 meses, é possível perceber que o nistagmo é imperceptível a olho nu:

Mas, em paralelo, iniciarei a investigação de outros elementos que causam movimentos involuntários dos olhos, como os Distúrbios de Neurotransmissores (que na síndrome de Down decorrem do excesso de material genético causado pela presença do terceiro cromossomo), que podem ser atenuados – ou mesmo resolvidos, com a reposição dessas substâncias. Felizmente, há no Brasil, um Geneticista super especializado em distúrbios de neurotransmissores, com quem pretendo acompanhar esse aspecto (já de dedos cruzados para que ele nos aceite).

É possível, também, que existam alterações de tamanho e função no corpo caloso, para as quais pesquisas científicas já constataram a eficiência da ação do Piracetam (http://www.ncbi.nlm.nih.gov/m/pubmed/1211152/)

Uma terceira alternativa é que haja um fundamento muscular para o nistagmo, que poderia ser solucionado com intervenção cirúrgica. Todas as alternativas, obviamente, serão exaustivamente debatidas com os profissionais da área de saúde que a acompanham.

Enfim, será necessário aguardar, primeiro, a finalização do processo de mielinização do nervo ocular, aos dois anos, e o avanço na maturação da acuidade visual (http://enfant-encyclopedie.com/Pages/PDF/Farroni-MenonANGxp.pdf). Enquanto isso, vamos de ômega 3, esse suplemento maravilhoso!!!!

Sobre a ação do ômega 3, vou transcrever os posts sobre o assunto, que publiquei no grupo de discussão do Blog (desculpem o tamanho).

 

FUNÇÃO CEREBRAL E APORTE NUTRICIONAL NA SÍNDROME DE DOWN. PARTE IV: OS NUTRIENTES. 1) O ÔMEGA 3

Na revisão que consta do segundo post deste tema (http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC2805706/), vimos uma tabela de nutrientes que contribuem, de alguma forma, para a função cerebral (tabela reproduzida na imagem abaixo). O primeiro deles é o Ômega 3. Além de fornecer matéria prima à formação da bainha de mielina, vimos nesta revisão que o ômega 3 afeta positivamente a plasticidade das sinapses e a cognição. Vimos, também nesta mesma revisão, o mecanismo através do qual o ácido graxo auxilia a função cerebral, para a qual ele é essencial (imagem também reproduzida abaixo).

O autor ainda aponta as referências que concluem que a deficiência de ômega 3 em humanos está associada ao risco aumentado de inúmeras desordens cerebrais, como déficit de atenção, dislexia, demência, depressão, bipolaridade e esquizofrenia e, por outro lado, atestam a essencialidade do DHA para a função mitocondrial e redução do estresse oxidativo, entre outras situações importantes.

No post sobre APORTE NUTRICIONAL E SISTEMA CARDIOVASCULAR, que contém a I DIRETRIZ SOBRE O CONSUMO DE GORDURAS E SAÚDE CARDIOVASCULAR dos Arquivos Brasileiros de Cardiologia (http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0066-782X2013000900001&script=sci_arttext) vimos a recomendação da oferta de uma dieta rica em ômega 3 para a otimização desse sistema, com benefícios comprovados de redução da taxa de colesterol total e algumas de suas frações, como triglicerídeos: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0066-782X2013000900001&script=sci_arttext

No sistema visual, diversas pesquisas atestam os benefícios do ômega 3 para inúmeros problemas relacionados à acuidade visual, eis algumas delas, incluindo uma meta-análise:

1. Omega-3 long-chain polyunsaturated fatty acid intake and 12-year incidence of neovascular age-related macular degeneration and central geographic atrophy: AREDS report 30, a prospective cohort from the Age-Related Eye Disease Study. American Journal of Clinical Nutrition. December 2009.

2. Oily fish consumption, dietary docosahexaenoic acid and eicosapentaenoic acid intakes, and associations with neovascular age-related macular degeneration. American Journal of Clinical Nutrition. August 2008.

3. Essential n-3 fatty acids in pregnant women and early visual acuity maturation in term infants. American Journal of Clinical Nutrition. March 2008.

4. Topical omega-3 and omega-6 fatty acids for treatment of dry eye. Archives of Ophthalmology. February 2008.

5. Relation between dietary omega-3 and omega-6 fatty acids and clinically diagnosed dry eye syndrome in women. American Journal of Clinical Nutrition. October 2005.

6. Meta-analysis of dietary essential fatty acids and long-chain polyunsaturated fatty acids as they relate to visual resolution acuity in healthy preterm infants. Pediatrics. June 2000.

7. Dietary fat and fish intake and age-related maculopathy. Archives of Ophthalmology. March 2000.

8. NIH study provides clarity on supplements for protection against blinding eye disease. National Eye Institute. Press release issued May 2013.

São tão múltiplos os sistemas positivamente afetados pelo ômega 3, que um Instituto Canadense criou uma página na internet para reunir informações sobre o tema, organizando as diversas pesquisas sobre o assunto e disponibilizando-as ao público. Eis o link: http://www.dhaomega3.org/Updates-On-Omega-3-Research

Além de todos esses benefícios para todas as pessoas, com ou sem síndrome de Down, o ômega 3 ainda atua positivamente em situações específicas da síndrome de Down, como no aporte à mielinização alterada (vista no post anterior) e nas seguintes situações:

Pesquisas indicam uma tendência à apresentação de baixas taxas de HDL na síndrome de Down, enquanto outras pesquisas apontam para alterações em proteína do HDL em situações neurodegenerativas, como o Alzheimer. Eis algumas delas:

http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/j.1365-2788.1992.tb00535.x/abstract

http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/prca.201200087/abstract?userIsAuthenticated=false&deniedAccessCustomisedMessage=

Neste quadro, a oferta de ômega 3 é um importante fator de equilíbrio do sistema, pois, como já visto acima, é comprovado a a sua eficácia na redução das taxas de colesterol.

Confirmando as pesquisas que apontam o efeito positivo do ômega 3 na diminuição dos triglicerídeos, há uma meta-análise sobre o equilíbrio nos valores de colesterol com o uso de óleo de alga (os peixes só são ricos em ômega 3 pq comem as algas) : http://m.jn.nutrition.org/content/142/1/99.short

Por fim, agora em 2015, artigo publicado por pesquisadores de Centros Médicos de Pesquisa norte-americanos, resultante de pesquisa sobre os efeitos epigenéticos do ômega 3 do óleo de peixe em ratos modelos com síndrome de Down, constatou que este ácido graxo diminui a superexpressão do gene RCAN1, superexpressão esta causada pela trissomia do cromossomo 21 e que é a responsável pelas características fenotípicas associadas à síndrome de Down. Eis o link para a publicação: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/m/pubmed/25799055/

 

FUNÇÃO CEREBRAL E APORTE NUTRICIONAL NA SÍNDROME DE DOWN. PARTE IV: OS NUTRIENTES. 1) O ÔMEGA 3. 1.1) A IMPORTÂNCIA DA RELAÇÃO ÔMEGA 6 – ÔMEGA 3

Além de todos os benefícios do ômega 3 vistos no post anterior, o incremento da sua oferta na alimentação é recomendado por um outro fator: para diminuir a razão entre o ômega 6 e o ômega 3 disponível no organismo. Muitos estudos demonstram que a dosagem diária de ômega 3 deve atender a dois critérios, o de quantidade necessária ao efeito pretendido e o da relação com o ômega 6 presente na dieta.

Esses estudos relatam que o ômega 6 está mais presente na alimentação das sociedades ocidentais contemporâneas, por ser encontrado em alimentos de origem vegetal consumidos cotidianamente, como óleos de soja, milho, girassol, canola, algodão, gergelim, linhaça, cártamo e prímula, e nas margarinas deles derivadas. Outras fontes ricas em ômega 6 são as nozes e sementes oleaginosas.

Assim, como a presença do ômega 6 é mais recorrente nos alimentos consumidos nas sociedades ocidentais contemporâneas, enquanto há escassez na ingestão de ômega 3, é muito comum que ocorra uma alta concentração do primeiro em relação ao segundo na nossa dieta.

A I DIRETRIZ SOBRE O CONSUMO DE GORDURAS E SAÚDE CARDIOVASCULAR, já referida em post anterior dessa mesma série de posts sobre Função Cerebral e Aporte Nutricional, cita pesquisas que encontraram razão de até 40:1 de ômega 6 para ômega 3, ou seja, ingestão de 40 vezes mais ômega 6 do que ômega 3. Segue novamente o link da Diretriz: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0066-782X2013000900001&script=sci_arttext

Essa alta concentração de ômega 6 é prejudicial porque, muito embora seja um importante nutriente par muitas funções metabólicas, alguns ácidos que o compõem têm atividade pró-inflamatória, sendo prejudicial, portanto, o seu consumo excessivo.

São muitas (muitas mesmo!) as pesquisas e estudos que demonstram esse efeito danoso dos ácidos graxos da “família” ômega 6. Eis algumas poucas referências:

Estudo publicado em 2002 na Revista Científica “Biomedicine & Pharmacotherapy” constata que doses excessivas de ômega 6, aliadas à uma grande desproporção entre ômega 6 e 3, promovem distúrbios cardiovasculares, câncer, inflamação e doenças auto-imunes, efeitos esses que podem ser evitados com o incremento da oferta de ômega 3 para a diminuição da proporção entre os ômegas: http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0753332202002536

Em 2006, na mesma Revista, em continuidade à pesquisa, o autor constatou que os benéficos efeitos anti-inflamatórios do ômega 3 não são proporcionados pelo ômega 6, concluindo que uma baixa razão entre ômega 6 e 3 é necessária para prevenir o surgimento de doenças crônicas: http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0753332206002435

Em um estudo publicado em 2009 no “Journal of Biological Chemistry”, realizado por pesquisadores dos EUA, com 27 voluntários saudáveis, foi constatado que quatro semanas de incremento na oferta de ômega 3 foram suficientes para diminuir a expressão dos genes que produzem inflamação, o que reduz os riscos de incidência de doenças inflamatórias: http://m.jbc.org/content/284/23/15400.full

Em 2012, artigo publicado no Journal of Nutrition and Metabolism, resultante de estudo em 156 outros trabalhos científicos, realizada por um grupo da Irlanda, reafirmou a atividade pró-inflamatória do ômega 6, concluindo que o consumo dietético desequilibrado da razão ômega 6:3 é prejudicial à saúde humana: http://downloads.hindawi.com/journals/jnume/2012/539426.pdf

Eis, também, uma publicação nacional sobre o tema, de 2006: http://www.scielo.br/pdf/rn/v19n6/10.pdf

Ocorre que, como visto na I DIRETRIZ SOBRE O CONSUMO DE GORDURAS E SAÚDE CARDIOVASCULAR, o ômega 6 participa de importantes processos metabólicos, então a orientação sobre uma baixa razão entre os ácidos graxos não deve induzir à supressão da oferta de ômega 6, mas, apenas, ao equilíbrio da sua oferta em relação ao ômega 3, mantendo-se os valores absolutos na oferta de cada ômega até os limites recomendados de acordo com as especificidades do indivíduo, o que é tão importante quanto a razão ômega 6:3. Esta é, inclusive, a orientação da referida Diretriz.

Desta forma, além dos inúmeros benefícios vistos no post anterior, a oferta diária de ômega 3 contribui ainda para manter baixa a razão entre ômega 6:3, o que é fundamental para impedir que se estabeleça o perfil inflamatório favorecido pelo ômega 6.

 

FUNÇÃO CEREBRAL E APORTE NUTRICIONAL NA SÍNDROME DE DOWN. PARTE IV: OS NUTRIENTES. 1) O ÔMEGA 3. 1.2) DOSAGEM, EFEITOS COLATERAIS E FONTES.

A Autoridade Europeia de Segurança Alimentar – AESA (ou EFSA, em inglês), órgão da União Europeia,
publica, desde 2009, diversas recomendações sobre a ingestão de DHA/EPA, todas fundamentadas em painéis de especialistas europeus sobre o tema. Segundo a AESA e tendo em conta considerações de ordem cardiovascular, o consumo recomendado de DHA e EPA para adultos é de 250mg a 500 mg por dia. Os pareceres científicos da AESA, contudo, concluem que, durante a gravidez e amamentação, o consumo diário de DHA deve aumentar entre 100 a 200 mg, de forma a compensar as perdas da mãe e reforçar os níveis de Ómega 3 do bebê. Em crianças mais velhas, a ingestão de 50 a 100 mg de DHA mostrou-se eficaz no desenvolvimento da acuidade visual. Estes resultados foram essenciais para que o Painel Europeu recomendasse a ingestão de uma dose diária de 100mg para crianças com idade superior a 6 meses e inferior a 24 meses, quando a dose recomendada passa a ser a mesma da população em geral.

http://www.efsa.europa.eu/en/publications/advanced-search/DHA?keys=DHA

Quanto à dosagem máxima, alguns estudos apontam a dosagem diária de 3 a 4 gr de ômega 3 como uma dosagem ainda isenta de efeitos colaterais, por isso a consideram como limite máximo diário. Tais estudos concluem pela suposição de que, após essa dosagem, começam a surgir em algumas pessoas os seguintes efeitos colaterais: náuseas, diarreia, cólicas abdominais, excesso de gases e hálito de peixe, além de, supostamente, aumentar o risco de sangramento, principalmente em pacientes com problemas de coagulação ou medicados com drogas que agem sobre a coagulação.

No entanto, para a I Diretriz sobre o consumo de gorduras e saúde cardiovascular, essas suposições não procedem. Apoiada em meta-análises sobre o tema, eis o que diz a referida Diretriz:
“Os efeitos colaterais da suplementação de ácido graxo Ômega-3 mais comumente relatados são os relacionados com o trato gastrointestinal, que podem ocorrer em ~4% em dosagens < 3 g/dia e em até ~20% em dosagens de 4 g/dia. Além disso, a sensação de “cheirar peixe” é causa frequente de descontinuação do suplemento. Podem contribuir para melhor aderência: congelar o óleo de peixe, consumir durante as refeições, modificar o horário da ingestão ou mudar para outra formulação.
(…)
Considerando a descrição de efeitos antiplaquetários dos ácidos graxos Ômega-3 marinhos, uma preocupação justa seria a possibilidade de facilitar sangramentos. No entanto, estudos clínicos não têm revelado aumento do risco de hemorragias induzido por ácido graxo Ômega-3, mesmo quando prescritos em altas doses (~3-4 g/d), por tempo prolongado (> 2 anos) e mesmo quando associados a aspirina e clopidogrel ou varfarina.”
Aqui, novamente, o link para a Diretriz: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0066-782X2013000900001&script=sci_arttext

Quanto às fontes alimentares de ômega 3, a própria Diretriz, assim como outras pesquisas, apontam para os peixes gordos de água fria, como a sardinha, atum e salmão e para as algas marinhas como as melhores fontes alimentares de DHA e EPA. A concentração do ômega 3 está na pele, cartilagens e cabeça, de pouco adiantando o consumo apenas do filé. Na tabela de alimentos da Escola Paulista de Medicina -UNIFESP, é possível encontrar, na parte dos peixes, o conteúdo de gordura poliinsaturada em cada um deles: http://www.dis.epm.br/servicos/nutri/public/alimento/index/id/1500.

 

 

 

 

4 comentários em “Será que realmente não há nada a fazer?”

  1. Gisele,
    Muito obrigada por compartilhar informações tão importantes e valiosas.
    Tenho um filho de 11 meses com síndrome de Down.
    Pergunto pra vc o omega 3 que Luíza faz uso é especifico para bebê/criança ou é o “comum” usado por adultos?
    Agradeço sua atenção.
    Adna

    1. Oi Adna, eu iniciei o uso de uma cápsula ao dia de um ômega com alta dosagem de DHA, por causa da mielinização. Com o nistagmo, apenas aumentamos a dosagem desse mesmo ômega para duas cápsulas ao dia. Cada cápsula dele tem 500 de DHA para 100 de EPA. Mas há outras formulações. Se vc quiser conversar melhor, me chama no Face (Gisele Fontes ou Singularidade Down). Abraços

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