O retorno das férias/avaliações de julho de 2016 – as avaliações continuam

Quando voltamos de São Paulo em julho, com as novidades dos óculos e da necessidade de intensificar as atividades físicas direcionadas aos joelhos, ainda tínhamos as avaliações com os profissionais de Belém por fazer.

 

Começamos pelo otorrino, com as consultas e exames semestrais. Luisa tem um estreitamento tão absurdo do canal auditivo, que os seus dois otorrinos nunca conseguiram a avaliação visual. Como a imitanciometria é exame obrigatório, então esse estreitamento, muito embora motivo de preocupação, sempre foi contornado com a realização do exame.

 

Como sempre, mais uma vez não conseguimos fazer o Bera. Aliás, nunca conseguimos, porque eu não autorizo a sedação. Então novamente ficamos apenas na imitanciometria, como nos semestres anteriores. Só que dessa o resultado apresentou alteração, veio Padrão B, acusando a presença de muco retido no ouvido médio. A solução dada pelos otorrinos convencionais foi tentar resolver com corticoide e antialérgico e, em caso de insucesso, colocar cirurgicamente os tubos de ventilação.

 

Porém, logo após os resultados, conhecemos um médico ortomolecular que realiza tratamentos com Médica Quântica aqui mesmo em Belém, o Alfredo Coelho, e decidimos tentar drenar o muco retido com essa nova proposta terapêutica. Spoiler: funcionou por um semestre.

 

Iniciamos também uma verdadeira peregrinação pela pediatra local, gastroenterologista e cirurgião geral, para investigar a distensão abdominal. Mais uma vez passei pela experiência dos incômodos olhares julgadores onde se via claramente a mensagem de reprovação e o julgamento contido nas frases do tipo “não existe nada”, “a distensão não é resultado da diastase abdominal”, “ELES são assim mesmo”, “é da hipotonia”, “é da síndrome”. Ou seja, mais do mesmo. Mas houve uma melhora considerável com a dieta FODMAP, então eu sabia que havia algo. Só precisava encontrar quem quisesse me ouvir. Por isso, tomei a decisão de levá-la a um gastroenterologista mais afinado com as nossas considerações sobre alergias alimentares. E pra nossa felicidade, soubemos que esse mesmo médico, o Dr. Aderbal Sabrá, viria a Belém em novembro. Então decidimos consultar aqui e esperamos novembro chegar.

 

Enquanto isso, passamos no ortopedista local para informar sobre o diagnóstico dado pelo Dr. Zan sobre os joelhos e buscar as orientações específicas que deveriam ser passadas à fisioterapeuta nessa nova etapa, onde voltamos a ter duas sessões de fisioterapia por semana, só que dessa vez ambas na praça.

 

Passamos no cardiologista também apenas para controle e, com essa última consulta, finalmente concluímos a avaliação dos dois anos. E seguimos em frente.

No link abaixo,

um vídeo da Luisa tomando açaí assim que voltamos de São Paulo, pra matar as saudades da culinária paraense:

 

Aliás, quando o assunto é comer, um assunto dessa magnitude e importância na vida das pessoas com apetite, não precisa de muito pra que Luisa se torne independente. Exatos um mês depois, há um vídeo em que foi registrado o seu desembaraço pra comer sozinha:

 

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